Introdução:

Manter o estoque organizado é um desafio para oficinas mecânicas, autocenters e lojas de autopeças que recebem mercadorias frequentemente. Quando novos produtos chegam e os antigos continuam nas prateleiras, a empresa pode enfrentar peças paradas, produtos deteriorados e dinheiro investido em mercadorias que demoram a sair.

Entender O Que É FIFO Estoque ajuda a evitar esses problemas. Esse método organiza a retirada dos produtos conforme a ordem de entrada, contribuindo para uma movimentação mais eficiente.

Entretanto, existem outros métodos, como LIFO e FEFO, que seguem critérios diferentes. Conhecer essas diferenças permite escolher a forma de organização mais adequada para cada tipo de mercadoria.

Neste artigo, você entenderá como funcionam esses três métodos, suas vantagens, limitações e como utilizá-los na rotina de um estoque automotivo.

O que é FIFO estoque e como funciona?

FIFO é a sigla de First In, First Out, expressão inglesa que significa "primeiro que entra, primeiro que sai". Trata-se de um método de organização em que os produtos recebidos primeiro têm prioridade na retirada, desde que estejam em boas condições para venda ou utilização.

O objetivo é impedir que mercadorias antigas permaneçam esquecidas enquanto novas unidades do mesmo produto são movimentadas.

Por exemplo, quando uma loja recebe filtros de óleo em diferentes datas, o método orienta que as unidades da compra mais antiga sejam utilizadas antes da remessa recente.

Essa organização é especialmente útil para empresas que trabalham com mercadorias semelhantes, compradas regularmente e armazenadas por períodos diferentes.

FIFO e PEPS são a mesma coisa?

Sim. FIFO e PEPS representam o mesmo princípio.

A sigla FIFO vem do inglês, enquanto PEPS significa "Primeiro que Entra, Primeiro que Sai".

Os dois termos indicam que os produtos mais antigos devem ter prioridade na movimentação. No Brasil, a expressão PEPS também é utilizada na contabilidade para representar um critério de avaliação dos estoques.

Porém, é importante distinguir a saída física dos produtos do cálculo contábil dos seus custos. Uma empresa pode organizar suas prateleiras conforme a ordem de recebimento e utilizar um critério contábil permitido, como o custo médio ponderado, para avaliar as mercadorias.

Exemplo prático do FIFO em uma loja de autopeças

Imagine uma loja que comercializa filtros de óleo e realiza duas compras do mesmo modelo.

  • Primeira compra: 20 filtros recebidos no dia 5.

  • Segunda compra: 15 filtros recebidos no dia 12.

  • Estoque disponível: 35 filtros.

  • Nova venda: 10 filtros no dia 16.

Seguindo o FIFO, a loja retira as 10 unidades da primeira compra, mantendo os produtos mais recentes armazenados.

Após essa venda, restariam 10 filtros da primeira remessa e 15 da segunda.

O procedimento parece simples, mas depende de um controle adequado. Sem identificar as datas de entrada, os funcionários podem retirar as unidades mais próximas, deixando produtos antigos acumulados.

Quais são as vantagens e limitações do FIFO?

A principal vantagem está na organização da movimentação das mercadorias, mas seus benefícios também aparecem em outras atividades do estoque.

Entre eles estão:

  • Menor risco de manter produtos antigos esquecidos nas prateleiras.

  • Melhor organização das entradas e saídas.

  • Maior facilidade para identificar mercadorias com pouca movimentação.

  • Redução do risco de obsolescência, quando acompanhada de outras medidas de controle.

  • Maior previsibilidade na separação de produtos para vendas e serviços.

Entretanto, o FIFO não resolve todos os problemas de armazenamento.

Uma peça recebida primeiro pode apresentar danos ou estar inadequada para utilização. Nesse caso, ela deve ser separada, mesmo sendo a mais antiga.

Além disso, quando existem produtos com datas de validade diferentes, outro método pode ser mais adequado.

Depósito industrial com grandes pilhas de caixas e pacotes de papelão empilhados no armazém, com teto metálico azul e iluminação interna.

O que é LIFO e qual a diferença em relação ao FIFO?

LIFO significa Last In, First Out, ou "último que entra, primeiro que sai". No Brasil, também é conhecido como UEPS.

Ao contrário do FIFO, esse método prioriza a retirada das mercadorias recebidas mais recentemente.

Imagine que uma empresa recebeu uma remessa de componentes automotivos na primeira semana do mês e outra na semana seguinte.

Se utilizar LIFO, a empresa começará a retirar os produtos da segunda remessa, deixando os itens recebidos anteriormente armazenados.

Essa lógica pode aparecer em situações específicas de armazenamento físico, principalmente quando os últimos materiais colocados em determinada estrutura são os mais acessíveis.

Como funciona o LIFO na prática?

Considere um estoque com caixas de materiais sem prazo de validade, empilhadas em uma área de armazenamento.

As caixas colocadas por último ficam na parte superior da pilha. Por isso, podem ser retiradas primeiro, enquanto as mais antigas permanecem na parte inferior.

Esse funcionamento segue a lógica do LIFO, mas apresenta limitações importantes.

Em uma loja de autopeças, retirar constantemente os produtos mais recentes pode deixar mercadorias antigas paradas por muito tempo.

Isso representa um problema principalmente para componentes que podem sofrer alterações de aplicação, embalagem ou especificações técnicas.

Por esse motivo, a facilidade de acesso aos materiais não deve ser o único critério para decidir a ordem de retirada.

O método LIFO é permitido na contabilidade brasileira?

É necessário diferenciar a organização física do estoque de sua avaliação contábil.

Na movimentação física, uma empresa pode enfrentar situações em que os últimos materiais armazenados são retirados primeiro.

Entretanto, o método UEPS/LIFO não é aceito como critério de avaliação contábil dos estoques no Brasil.

O Pronunciamento Técnico CPC 16, que trata dos estoques, estabelece o uso do PEPS ou do custo médio ponderado para os itens intercambiáveis, enquanto produtos específicos podem exigir identificação individual de custos.

Isso significa que a empresa precisa observar as regras contábeis aplicáveis, independentemente da forma como organiza fisicamente suas mercadorias.

O que é FEFO e quando esse método deve ser utilizado?

FEFO significa First Expired, First Out, ou "primeiro que vence, primeiro que sai".

Diferentemente do FIFO, que considera a ordem de recebimento, o FEFO utiliza a data de validade como principal critério de retirada.

Esse método é especialmente importante para estoques que armazenam produtos com prazo de utilização definido pelo fabricante.

Em oficinas mecânicas e autocenters, pode ser aplicado a determinadas categorias de lubrificantes, aditivos, produtos químicos e outros materiais que apresentem data de vencimento.

O objetivo é reduzir o risco de perdas e impedir que produtos com validade mais próxima sejam esquecidos.

Como funciona o FEFO com produtos que possuem validade?

Imagine que um autocenter tenha recebido duas remessas de um mesmo produto automotivo, com as seguintes características:

  • Lote A: recebido em janeiro, com validade em dezembro.

  • Lote B: recebido em março, com validade em setembro.

Embora o lote A tenha chegado primeiro, o lote B vence antes.

Nesse caso, seguindo o FEFO, o responsável deve priorizar a saída do lote B, desde que o produto esteja dentro da validade, em boas condições e adequado para a aplicação desejada.

Essa é a principal diferença em relação ao FIFO: a data de vencimento tem prioridade sobre a data de entrada.

Quais produtos automotivos exigem maior atenção à validade?

Nem todas as peças automotivas possuem um prazo de validade definido. Entretanto, determinados materiais exigem cuidados específicos de armazenamento e utilização.

Alguns exemplos são:

  • Lubrificantes e fluidos automotivos que possuam prazo de validade indicado.

  • Aditivos utilizados em sistemas automotivos.

  • Selantes e adesivos aplicados em reparos.

  • Produtos químicos de limpeza e manutenção.

  • Outros materiais com prazo de utilização especificado pelo fabricante.

Nesses casos, é importante verificar a embalagem, as recomendações de conservação e as condições do produto antes da utilização.

O FEFO também depende de informações atualizadas sobre lotes e vencimentos. Sem esses registros, a empresa pode ter dificuldade para identificar quais unidades devem sair primeiro.

FIFO, LIFO e FEFO: quais são as principais diferenças?

Os três métodos definem critérios para organizar a saída das mercadorias, mas não possuem a mesma finalidade.

O FIFO considera a ordem de recebimento, o LIFO prioriza as últimas entradas e o FEFO utiliza a data de vencimento.

A escolha depende das características dos produtos, das condições de armazenamento e dos riscos envolvidos na permanência das mercadorias no estoque.

Tabela comparativa: FIFO, LIFO e FEFO no controle de estoque

Critério FIFO (PEPS) LIFO (UEPS) FEFO (PVPS)
Significado Primeiro que entra, primeiro que sai Último que entra, primeiro que sai Primeiro que vence, primeiro que sai
Critério de retirada Data de entrada mais antiga Data de entrada mais recente Data de vencimento mais próxima
Objetivo operacional Evitar mercadorias antigas paradas Seguir uma ordem específica de retirada Reduzir perdas por vencimento
Exemplo automotivo Filtros e peças de reposição Materiais empilhados sem validade Lubrificantes e produtos com validade
Controle necessário Registro de entrada e identificação Registro da sequência de armazenamento Lotes e datas de validade
Principal limitação Não prioriza automaticamente a validade Pode manter produtos antigos parados Depende de informações confiáveis sobre vencimento
Aplicação mais adequada Produtos de reposição regular Situações físicas específicas Produtos sujeitos a vencimento

A comparação mostra que não existe uma única regra adequada para todas as mercadorias.

Um autocenter pode utilizar FIFO na organização de filtros e componentes automotivos, enquanto aplica FEFO em produtos com prazo de validade.

O importante é estabelecer critérios compatíveis com as características de cada material.

Mecânico instala filtros e componentes do motor em um carro vermelho, com as mãos trabalhando na parte superior do sistema mecânico no capô aberto, em oficina.

Qual método de estoque é melhor para oficinas mecânicas e autopeças?

A escolha depende principalmente do tipo de mercadoria armazenada e da necessidade de controle.

Oficinas e lojas de autopeças costumam trabalhar com produtos que apresentam diferentes características, desde componentes mecânicos até materiais químicos utilizados na manutenção.

Por isso, adotar o mesmo procedimento para todos os itens nem sempre é a melhor alternativa.

Quando priorizar o FIFO no estoque automotivo?

O FIFO é uma opção prática para produtos que não possuem prazo de validade formal, mas precisam de organização por ordem de recebimento.

Filtros, determinados componentes de suspensão e peças de reposição podem ser organizados dessa maneira.

Imagine que uma oficina tenha recebido amortecedores do mesmo código em meses diferentes.

Ao realizar uma venda, o responsável pode priorizar as unidades recebidas anteriormente, desde que estejam em condições adequadas e sejam compatíveis com o veículo.

Isso ajuda a evitar que compras antigas permaneçam armazenadas sem necessidade.

Entretanto, é importante verificar também a aplicação correta da peça, possíveis atualizações do fabricante e o estado de conservação.

Quando o FEFO deve ter prioridade?

Quando a mercadoria possui uma data de vencimento que precisa ser respeitada, o FEFO tende a ser mais apropriado.

É o caso de determinados produtos químicos e materiais de manutenção automotiva.

Nessas situações, a empresa deve identificar o lote com vencimento mais próximo antes de separar os produtos para venda ou utilização.

A prioridade de saída não significa utilizar mercadorias vencidas ou comprometidas. Produtos inadequados precisam ser retirados do estoque disponível e receber a destinação apropriada.

Por que o LIFO exige mais cuidado?

A principal preocupação com o LIFO é a possibilidade de manter produtos antigos armazenados enquanto as novas compras são movimentadas.

Com o passar do tempo, isso pode dificultar a identificação de mercadorias sem giro e aumentar o risco de obsolescência.

Em um estoque de autopeças, essa situação merece atenção porque determinados componentes podem ter alterações técnicas ou perder demanda conforme os modelos de veículos mudam.

Assim, mesmo quando a disposição física dos materiais favorece a retirada das últimas entradas, vale reorganizar o armazenamento para facilitar uma movimentação mais adequada.

Como implementar o método FIFO no controle de estoque?

Aplicar o FIFO não exige necessariamente uma estrutura complexa. O procedimento começa com a identificação correta das mercadorias e a organização dos espaços de armazenamento.

Para entender melhor O Que É FIFO Estoque na prática, é importante observar como os produtos são recebidos, armazenados e retirados durante a rotina da empresa.

Organize as peças por categoria e identificação

O primeiro passo é separar os produtos conforme suas características.

Uma oficina pode manter áreas específicas para filtros, pastilhas de freio, componentes de suspensão e materiais de manutenção.

Dentro de cada categoria, os produtos devem ser identificados pelo código correto, modelo e aplicação.

Essa organização evita misturar peças semelhantes, mas incompatíveis com determinados veículos.

Também facilita a localização dos itens e a conferência das unidades disponíveis.

Registre corretamente as entradas de mercadorias

Sempre que uma compra chegar, a empresa deve conferir os produtos recebidos e registrar as informações necessárias.

Entre os dados mais importantes estão:

  • Código e descrição do produto.

  • Quantidade recebida.

  • Data de entrada.

  • Fornecedor.

  • Número do lote, quando aplicável.

  • Data de validade, quando houver.

Esses registros permitem identificar quais mercadorias chegaram primeiro e facilitam a organização das próximas retiradas.

Posicione os produtos antigos em locais acessíveis

A disposição das prateleiras influencia diretamente a eficiência do FIFO.

Se os produtos recém-recebidos forem colocados na frente dos antigos, os funcionários poderão retirar as unidades erradas por praticidade.

Por isso, o ideal é manter os produtos mais antigos em posições que favoreçam sua retirada.

Essa organização pode ser feita com etiquetas, divisórias e identificação dos locais de armazenamento.

Em estruturas maiores, é importante considerar também o acesso seguro aos materiais e as condições adequadas de conservação.

Registre as saídas e faça inventários periódicos

Não basta controlar apenas o recebimento das mercadorias.

Cada venda, utilização em ordem de serviço, transferência ou devolução precisa ser registrada corretamente para manter os saldos atualizados.

Uma oficina que utiliza determinada peça em uma manutenção deve registrar essa retirada para evitar que o produto continue aparecendo como disponível.

Os inventários periódicos ajudam a conferir se a quantidade física corresponde aos registros.

Quando existem diferenças, a empresa pode investigar possíveis falhas no recebimento, separação, lançamento ou armazenamento.

Duas embalagens de óleo para motor, uma prateada e outra dourada, em pé sobre uma mesa metálica em um ambiente industrial com ferramentas ao fundo.

Quais erros podem prejudicar a aplicação do FIFO e do FEFO?

Mesmo com regras de movimentação definidas, alguns problemas operacionais podem comprometer o controle das mercadorias.

Identificar essas falhas é importante para evitar perdas e melhorar a confiabilidade do estoque.

Misturar produtos de diferentes lotes

Quando unidades do mesmo produto são armazenadas sem identificação, pode ser difícil descobrir quais chegaram primeiro.

Esse problema compromete o FIFO e também prejudica o acompanhamento de datas de vencimento.

A solução é manter a identificação dos lotes sempre que necessária e preservar os registros de recebimento.

Guardar novas mercadorias na frente das antigas

Essa situação é comum quando os funcionários armazenam os produtos nos espaços disponíveis sem considerar a sequência de entrada.

Como resultado, as unidades antigas ficam menos acessíveis e podem permanecer esquecidas.

O ideal é estabelecer uma rotina de armazenamento que facilite a retirada dos produtos corretos.

Não acompanhar as datas de validade

Em estoques que possuem materiais sujeitos a vencimento, deixar de registrar essas informações pode resultar em perdas.

A empresa precisa verificar periodicamente quais produtos estão próximos do prazo final de utilização.

Quando necessário, deve ajustar a organização das prateleiras e separar mercadorias que não estão mais adequadas para uso.

Deixar de registrar movimentações

Uma peça retirada para uma ordem de serviço, mas não registrada no estoque, pode provocar divergências entre o saldo físico e o sistema.

Isso prejudica a reposição de mercadorias e dificulta a identificação dos produtos realmente disponíveis.

O procedimento correto é manter os registros atualizados sempre que houver entrada, saída, transferência ou devolução.

Ignorar produtos com pouca movimentação

Mesmo utilizando FIFO, a empresa pode manter mercadorias paradas quando não existe demanda suficiente.

Por isso, acompanhar o giro dos produtos é tão importante quanto estabelecer uma sequência de retirada.

Analisar quais peças são vendidas com frequência e quais permanecem armazenadas ajuda a planejar melhor as compras e evitar excesso de mercadorias.

Como um sistema de gestão ajuda a organizar a entrada e a saída de autopeças?

Conforme o movimento da oficina ou loja aumenta, acompanhar manualmente todas as entradas e saídas pode se tornar mais trabalhoso.

Uma empresa que vende peças no balcão e também utiliza componentes em serviços mecânicos precisa manter as movimentações registradas para conhecer a quantidade disponível.

Nesse cenário, um sistema de gestão pode ajudar a centralizar informações, acompanhar mercadorias e reduzir falhas operacionais.

Controle de lotes, validade e movimentações

O AutocenterPro oferece recursos de gestão de estoque, incluindo controle de lotes, números de série, validades, inventário e registro de entradas de mercadorias.

Essas informações ajudam a acompanhar diferentes remessas de produtos e identificar materiais que precisam de atenção.

O registro adequado também facilita a conferência das compras e o acompanhamento do histórico de fornecedores.

Para o FIFO e o FEFO funcionarem corretamente, os responsáveis devem manter as informações atualizadas e seguir os critérios de separação definidos pela empresa.

Integração entre estoque, vendas e ordens de serviço

Em um autocenter, a movimentação de peças pode acontecer tanto nas vendas diretas quanto durante a execução de serviços.

Por exemplo, quando um mecânico utiliza um filtro de óleo em uma manutenção, essa retirada precisa ser considerada no controle do estoque.

O AutocenterPro reúne recursos voltados à gestão de vendas, produtos e ordens de serviço, permitindo acompanhar essas atividades de maneira mais organizada.

Dessa forma, a empresa consegue melhorar a visibilidade das movimentações e reduzir o risco de divergências entre o que está registrado e o que realmente existe nas prateleiras.

Acompanhamento do giro e planejamento de compras

Outro ponto importante é identificar quais mercadorias apresentam maior movimentação e quais permanecem armazenadas por mais tempo.

O acompanhamento das entradas, saídas e quantidades disponíveis pode ajudar na identificação de produtos que precisam de reposição ou de uma revisão na estratégia de compras.

Também permite analisar se determinado item está ocupando espaço sem apresentar demanda suficiente.

Esse cuidado é especialmente importante em lojas de autopeças que trabalham com muitos modelos e aplicações diferentes.

 

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